Ta entendendo que lista tem aos montes e que nem por isto todas elas dizem algo que preste ou valha; aqui mando mais uma lista - dentro de uma velha discossão sobre a existência ou não de vida útil na década de noventa. Independente do lado correto, temos de reconhecer á existencia de grandes marcos da música nestes fatídicos anos o adendo aqui deve-se a sensação de que modo geral os atores deste teatro deixaram um pouco a desejar. A lista foi baseada na revista BIZZ do ano de 1999, mas como toda lista gerou polemica portanto alguns itens foram mudados de lugar excluído e
acrescentados você lógicamente pode discordar, mandando assim suas modificações e listas novas.
Partindo da idéia primal de que o Rock brasileiro tem em sua formação um caráter artístico genuíno e precoce sua gênese pode ser delimitada pela passagem da primeira para a segunda metade do século XX. Nos anos 50 Nora Ney causaria um frisson ao entoar no programa de César de Alencar (na Rádio Nacional), uma melodia, interpretada com um inglês perfeito, que estava sendo lançada num filme (Blackboard), o ano era 1955 e a melodia era "Rock Around the Clock". Lançado pela gravadora Continental foi um sucesso imediato, o gênero rock nasceu nascia no Brasil na boca de uma cantora de fossa que graças a sua boa dicção usurpou a primazia da juventude, Nora Ney (então com 33 anos) não se empolgou com o sucesso imediato, sua reação a realidade que o Rock lhe proporcionava foi gravar um samba-canção "Cansei de Rock" encerrando assim sua aventura a este gênero musical.
Vem da gíria dos negros americanos do começo do século 20, que usavam a expressão para o ato sexual. O primeiro registro musicado dessa junção erótica dos verbos to rock (balançar) e to roll (rolar) está em um blues gravado por Trixie Smith em 22: "My Daddy Rocks Me (With One Steady Roll)", algo como Meu Papai Me Balança (Com um Rolar Ritmado). Ela era comum nas letras de rhythm'n'blues, febre dançante dos anos 40 que, ao quebrar a barreira racial e conquistar os adolecentes brancos, ganhou um novo nome: rock'n'roll. Quem a batizou foi o DJ Alan Freed, principal responsável por essa popularização por meio de um programa de rádio. Ele estreou em 51 com o nome The Moondog House (A Casa do Cão-da-Lua), mas um processo do músico Louis "Moondog" Hardin, cuja canção "Moondog Symphony" havia inspirado a alcunha, obrigou Freed a mudar o nome, em 54, para Rock'n'Roll Party (Festa do Rock'n'Roll). A expressão, porém, já havia ganho um significado mais amplo, de ritmo sensual, dança agitada ou diversão em geral.
Selo Original - Parlophone / Produção - George Martin / Projeto Gráfico - Peter Blake / Duração - 39:50
Vamos navegar de volta a 1967, quando os beatlemaníacos que haviam tentado achar o prumo com Rubber Soul e Revolver seriam recompensados com uma divertida fantasia musical, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band ficou 15 semanas no topo da parada da Billboard e ainda estava entre os cinco primeiros quando Magical Mystery Tour chegou à liderança, seis meses depois.
Em outubro de 2007, a Revista Rolling Stone Brasil publicou uma matéria nomeando os 100 melhores discos da música brasileira, com a colaboração de críticos, jornalistas e músicos. E esse foi o resultado: